Fora da noite que me encobre,negra como o poço de pólo a pólo...
Agradeço ao que os Deuses possam ser pela minha alma inconquistável...
Nas garras das circunstâncias eu não recuei e nem gritei.
Sob os golpes do acaso, minha cabeça está sangrando mas não abaixada.
Além deste lugar de ira e lágrimas só surge o horror da sombra...
E ainda assim, a ameaça dos anos encontra e me encontrará sem medo.
Não importa quão estreito seja o portão,
Como é cobrada a punição do que está escrito...
Eu sou o mestre do meu destino...
Eu sou o capitão da minha alma
(poema em que se apegou Nelson Madela em seus anos de prisão)
por André Fernandes (pai)
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